quarta-feira, junho 17, 2015

A insegurança bate na porta... não vou atender... não posso atender...
Aquele medo de se deixar levar e ser atropelada por mentiras e desilusões...
"Cuidado menina"... ela diz do outro lado...
"Dá uma chance"... diz meu coração machucado...
O coitado, cansado de sofrer, pede cuidado...
Vai assim... um passo de cada vez, meio desconfiado e rezando... pra que dessa vez ele não precise de curativos...


[Thaily]

quarta-feira, abril 15, 2015

A primeira vista ela pode parecer antipática...
Mas é só trocar algumas palavras e você perceberá o quanto ela pode ser divertida quando se sente a vontade...
A primeira vista ela pode parecer fria e achar que essa história de príncipe encantado não passa de uma tremenda "balela"...
Mas é só olhar no fundo dos seus olhos e você verá uma romântica incorrigível que sonha com o dia em que se vestirá de branco e começará a construir sua família...
A primeira vista ela pode parecer forte, segura e resolvida...
Mas é só reparar um pouco mais e você verá o medo e a fragilidade que ela insiste em esconder...
A primeira vista ela pode parecer eloquente e autoconfiante ou, às vezes, até meio tonta e louca...
Mas basta alguns minutos pra perceber que é só ansiedade e nervosismo disfarçado...

A verdade é que...
Ela não se revela a primeira vista... ela se protege...
A verdade é que...
Ela sempre surpreende... porque ela não é bem o que parece...
[Thaily]

sábado, janeiro 31, 2015

Nunca fiz questão que as pessoas conhecessem tudo ao meu respeito... não falo muito de mim, da vida que levo, das minhas conquistas e muito menos das minhas dificuldades... a não ser pelos poucos textos que rabisco de vez em quando (que são a minha válvula de escape)...
E esse meu jeito reservada já me aproximou como já me afastou de algumas pessoas... ora me dão a personagem de amiga fiel e conselheira, ora a de menina metida que não se mistura...
Antes eu até me preocupava com essa imagem que passo... já fui a mocinha mas também já fui a vilã... já vesti o papel principal, mas também já fui só mera coadjuvante...
E não adianta... falam de qualquer jeito (bem ou mal)... te elogiam mas te invejam, te apoiam mas fazem fofoca... porque a verdade é que tem o que você é e o que os outros concluem que você é...
E não tem como ter controle sobre isso...
Por isso, já não me torturo mais. Quando sinto necessidade de falar, eu falo...
Ninguém paga as minhas contas!
Já não me esforço mais em parecer ser forte. Quando sinto necessidade de chorar, eu choro...
Ninguém nunca entenderá as minhas trocas de humor (principalmente na TPM)!
Mas acima de tudo, não fico tentando provar nada pra ninguém...
Sou sincera e não abro a boca pra fazer uma crítica ou um elogio a alguém se não for de verdade, pois não sei "puxar o saco" de ninguém pra conseguir seja lá o que for...
Em contrapartida, sei muito bem quem usa dessa sinceridade comigo e quem não... sei com quem e até onde eu posso contar e quem está ali só "representando"...
Ok, tá tudo certo... afinal, eu procuro não criar expectativas sobre ninguém...
Ah, sorry! Se, por acaso, você criou sobre mim...
Não to aqui pra agradar... To aqui pra viver e ser feliz...
... mas me reservo no direito de não espalhar isso por aí...
[Thaily]

segunda-feira, dezembro 15, 2014

Ano acabando...

Me aconteceram coisas tão boas... delas, procuro lembrar sempre.
Me aconteceram coisas tão ruins... delas, tiro lição.
Esse foi um ano marcante... e doido...
Sei que não acabou ainda, mas já sentei no balanço para lembrar do que foi, do que não volta, do que ficou...
[Clarissa Corrêa]

quinta-feira, novembro 13, 2014

Respeito e prezo muito o meu espaço, a minha vida...
Tem gente que adora estar rodeada de gente... Eu também gosto...
Mas prefiro estar rodeada de três ou quatro pessoas verdadeiras do que uma multidão que assim que eu virar as costas vai marcar uma reunião pra falar da minha roupa, do meu cabelo e do meu peso...

[Clarissa Corrêa]

terça-feira, setembro 23, 2014


Tudo é uma questão de acreditar que há o olhar de Deus sobre todas as coisas... 
E isso... faz toda a diferença...

[Vanessa Leonardi]

terça-feira, agosto 05, 2014

         Não existem vários tipos de amor... assim como não existem três tipos de saudades, quatro de ódio, seis espécies de inveja... O amor é único, como qualquer sentimento, seja ele destinado a familiares, ao cônjuge ou a Deus. 
        A diferença é que, como entre marido e mulher não há laços de sangue, a sedução tem que ser ininterrupta. Por não haver nenhuma garantia de durabilidade, qualquer alteração no tom de voz nos fragilizam e de cobrança em cobrança acabamos por sepultar uma relação que poderia ser eterna...
        Casaram... "te amo" pra lá, "te amo" pra cá... Lindo, mas insustentável. O sucesso de um casamento exige mais do que declarações românticas. 
         Entre duas pessoas que resolvem dividir o mesmo teto, tem que haver muito mais do que amor e, às vezes, nem necessita de um amor tão intenso. É preciso que haja, antes de mais nada respeito. Agressões zero. Disposição para ouvir argumentos alheios. Alguma paciência...                                                 Amor, só, não basta. Não pode haver competição. Nem comparações. Tem que ter jogo de cintura para acatar regras que não foram previamente combinadas. Tem que haver bom humor para enfrentar imprevistos, acessos de carência, infantilidades. Tem que saber levar. Amar, só, é pouco. Tem que haver inteligência. Um cérebro programado para enfrentar tensões pré-menstruais, rejeições, demissões inesperadas, contas pra pagar. Tem que ter disciplina para educar os filhos, dar exemplo, não gritar. Tem que ter um bom psiquiatra. Não adianta, apenas, amar. 
         Entre casais que se unem visando a longevidade do matrimônio tem que haver um pouco de silêncio, amigos de infância, vida própria, um tempo pra cada um. Tem que haver confiança. Uma certa camaradagem, às vezes fingir que não viu, fazer de conta que não escutou. É preciso entender que união não significa, necessariamente, fusão. E que amar, "solamente", não basta.
         Entre homens e mulheres que acham que o amor é poesia, tem que haver discernimento, pé no chão, racionalidade. Tem que saber que o amor pode ser bom, pode durar para sempre, mas que sozinho não dá conta do recado.
         O amor é grande mas não é dois. É preciso convocar uma turma de sentimentos para amparar esse amor que carrega o ônus da onipotência... 
         O amor até pode nos bastar, mas ele próprio não se basta...
         Um bom amor aos que já tem!
         Um bom encontro aos que procuram!
         E felicidade a todos nós!
[Martha Medeiros]